lazer

Oslo, Norway

1.8.13

A última viagem que fiz foi para a Escandinávia, onde passei um calor inesperado e um pouco de fome também, haha. Tudo é muito caro! Oslo, na Noruega, foi a primeira parada - onde de cara já desembolsamos 150 coroas norueguesas (NOK), mais ou menos R$60, só no transfer de ônibus até o centro de Oslo. Chegando no hostel, cuja diária já era uns R$100, ainda tivemos que pagar mais R$15 pela roupa de cama.

Mas o pior foi o momento em que saímos pra comer, às quase 16h, sendo que só tinha tomado café às 5h da manhã. Acabamos comendo uma fatia de pizza quadrada extra apimentada (odeio pimenta) no 7-Eleven, que dizem que é uma das opções mais baratas de lá. E tal pizza custou quase R$18! Apelidamos de quadradinho de dezoito. 

Apesar do choque, fomos turistar em Aker Brygge, região do porto de Oslo. Tem restaurantes e lounges, barcos de gente rica e alguns cruzeiros enormes ancorados por ali. Apesar de não poder olhar pros preços nem dos sorvetes, é gostoso caminhar pela orla, que tem uma vista muito linda do fiorde de Oslo. Como o passeio nos fiordes noruegueses era muito caro, pelo menos tivemos a chance de ver um, mesmo que seja pequenininho!
Barcos e Akershus Castle mais ao fundo
Orla em Aker Brygge
Rådhuset
Dali fizemos um pequeno walking tour próprio, passando pela rådhuset (prefeitura) de Oslo, o castelo e fortificação Akershus, algumas ruas e museus de destaque e também o prédio do Parlamento. Depois achamos um mercado pra comprar alguma coisa pro dia seguinte, mas as coisas eram caras lá também. Compramos uns pães e spread de cheddar e "jantamos" sanduíche de baguete no 7-Eleven. Aliás, um agradecimento ao 7-Eleven, que nos salvou a viagem inteira!

A Ópera Nacional é um prédio moderníssimo - aliás, a área central da cidade é cheia de prédios ultra modernos e com arquitetura diferente. No processo nos perdemos horrores pra chegar lá usando nosso passe do transporte público. Tá rolando várias obras ao redor da ópera e era difícil saber quando pedir pro ônibus parar. Depois de descer no lugar errado, ainda fomos parar no último ponto do ônibus, em um lugar nada turístico e distante de Oslo. Pelo menos sempre tenho milhões de histórias pra contar nesses viagens... 

O dia seguinte entrou para a história como O Dia dos Sete Pães - comemos no café da manhã, lanche e janta. Mas nesse meio tempo visitamos o Frognerparken, parque conhecido pelas esculturas de Gustav Vigeland. Elas supostamente representam o ciclo da vida e momentos na vida das pessoas, mas tem algumas que são simplesmente esquisitas:


O parque é muito bonito e cheio. As esculturas aparecem em um primeiro momento em uma ponte, depois uma fonte de água (que só volta a funcionar na primavera de 2014), depois num local mais alto com um "obelisco" de corpos e por último ao final de uma escada. Saindo de lá fomos pegar um barco em Aker Brygge para a ilha (península, melhor dizendo) Bygdøy, onde ficam quase todos os museus de destaque de Oslo: Museu Fram, Museu Kon-Tiki, Museu Marítimo, Museu Viking e o que eu mais queria ir, Museu de Folclore Norueguês. Pena que nosso tempo estava muito apertado e este último é enorme, então acabamos indo no Viking, o menorzinho. Adoro cultura viking :)

Museu Viking
Quanto pra morar aí?
Bygdøy
Bygdøy é cheia de casas lindas, tipicamente norueguesas (sabe aqueles telhados quadradinhos e preparados pra neve?). Fiquei imaginando o custo de vida naquele lugar, considerando que a Noruega é o país mais caro da Europa, onde uma fatia de pizza custa quase R$18. E falando nela, infelizmente tivemos que repetir o almoço apimentado antes de quase fugir para Estocolmo, hahaha. Oslo é uma cidade bem bonita e tal, mas no fim das contas saímos correndo de lá com medo!

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